5 de ago de 2012

O Monge e o Executivo

Um dia desses, alguém fez um comentário sobre este livro de James C. Hunter, e como eu havia lido a uns 05 anos, não me lembrava dos detalhes, então revolvi procura-lo,  e reli.

Com certeza na época meu interesse foi outro, mais profissional talvez, mas agora o trecho que chamou muito minha atenção foi este das páginas 133 e 134:

....... Ela me explicou isso da seguinte maneira: em certo sentido, os recém-nascidos e as crianças são o máximo em matéria de egoísmo, verdadeiras "máquinas de necessidades e vontades". Para uma criança, suas necessidades e vontades são primárias, exigidas, gritadas, porque de fato a sobrevivência da crianças está em jogo. Por volta dos terríveis dois anos, quase todas as crianças praticamente se tornam tiranas, subordinando o mundo a seus desejos e comandos.
Infelizmente, muitas pessoas jamais saem do estágio do "eu primeiro!" e passam pela vida como crianças de dois anos vestidas de adultos, querendo que o mundo satisfaça suas vontades e necessidades. Essas pessoas que deixam de crescer se tornam cada vez mais egoístas e autocentradas.  Elas constroem muros emocionais em torno de si.     .....................

..............O pregador acrescentou: - Muitas vezes digo aos jovens que um dos benefícios do casamento é dar aos casais a oportunidade de saírem do autocentrismo, tornando-se atentos às necessidades do seu marido ou mulher. Ter filhos é outra oportunidade de crescer e superar nosso egoísmo, ao doar-nos a eles. Um dos desafios da vida de solteiro ou de quem vive sozinho é não se tornar exageradamente autocentrado. As pessoas autocentradas são as pessoas mais solitárias e menos alegres que conheço.
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